Hawley Woodbead 

No alto morro, quase nos limites do vilarejo, havia uma pequena exploração de minérios em uma gruta recém-descoberta por um historiador londrino que estava apenas de passagem pela região. Filipe Woodbead findou moradia poucos meses depois de sua conquista, tomando toda a região daquela colina como sua propriedade e dando início ao que seria um dos maiores negócios de exportação de diamantes do mundo. Ele se casou e teve filhos que sucederam uma extensa linhagem de herdeiros, esses que por sua vez cresceram cada vez mais os negócios da família, acumulando capital, trazendo reconhecimento ao sobrenome Woodbead e fazendo história com uma fonte de renda altamente lucrativa, ganhando renome pelas requintadas e aclamadas jóias vendidas não apenas em torno da região, mas pelo mundo a fora com a exportação que passou a crescer gradativamente com aumento da lucratividade e demanda. Responsáveis por alavancar a reputação do vilarejo e consequentemente atrair moradores para o lugar, os Woodbead são reconhecidos como uma das famílias fundadoras e garantem um proveitoso privilégio entre os residentes da cidade. São prestigiados pelo mundo inteiro, com o crescimento dos negócios foi visível a abertura de novos garimpos e de outras demais fontes de renda ao redor do mundo voltadas a venda de pedras legitimamente preciosas. Certamente a sede encontra-se em território Francês, onde o primeiro garimpo foi aberto e a primeira joalheria foi inaugurada, lugares esses que são frequentados por pessoas de todos os países, especialmente aqueles amantes e apaixonados por jóias e materiais relacionados. Mas toda fonte tende a se esgotar, e por séculos os negócios da família estiveram em alta, mas tudo mudou quando as joias passaram a ficar esquecidas. Foi então que alguns poucos anos depois o renascimento de todo um império surgiu, quando William e Eloise assumiram os negócios da família e alavancaram as ações da empresa. De belíssimas jóias fabricadas apenas com diamantes, a Woodbead exporter passou a produzir suas mercadorias com rubis, esmeraldas, safiras e dentre outros incontáveis tipos de pedras preciosas. Eles voltaram a ascenção, inauguraram outros incontáveis garimpos pelo mundo a fora, exportando e importando seus produtos para as grandes e mais frequentadas metrópoles de grandes países, gerando emprego e aumentando cada vez mais o capital e especialmente a fama da família. Associados a elegância e ao prestígio, a família faz jus à fama que tem, esbanjando sua assinatura em jóias usadas por pessoas arduamente influentes pelo mundo.

Marchand Chevallier 

Os Chevallier estiveram desde os primórdios da formação do pequeno vilarejo, mas foi somente Heloísa Chevallier quem deu reconhecimento a família. Naquela época naturalmente oprimida por ser do sexo feminino, poucos realmente colocavam fé nas habilidades da francesa, muitas vezes a diminuindo e a humilhando apenas por ela acreditar que teria a chance de algum dia ser reconhecida como uma médica de verdade. Seus hábitos com plantas e medicamentos naturais foram os responsáveis por lhe dar uma chance de aprender mais sobre a anatomia humana, e com isso ela acabou se aliando ao único médico local e o acompanhou por anos, aprendendo e anotando tudo que parecia ser relevante, acabou fazendo uma pequena fortuna com os medicamentos que vendia, por muito tempo se escondendo por trás de seu instrutor graças ao preconceito do qual sofria na época pelos moradores. Sua ascensão veio apenas quando o médico, que era o seu pai, veio a óbito, e sendo a única da região capaz de cuidar dos doentes, ela finalmente foi, mesmo que negativamente, aceita, agindo até mesmo melhor do que aquele que um dia lhe instruiu. Heloísa certamente se casou, teve filhos e com o auxílio das demais famílias fundadoras conseguiu inaugurar o primeiro e único hospital da cidade, que recebeu seu sobrenome em sua própria homenagem. Quebrando padrões ela conseguiu auxiliar em peso no crescimento econômico e populacional da cidade, isso por tornar o Chevallier Med um hospital reconhecido por outros vilarejos e cidades vizinhas. Por anos o hospital foi passando por reformas e mais reformas, crescendo assim como igualmente crescia o reconhecimento da família. Os herdeiros desse sobrenome se apegaram ao ramo da medicina, distribuindo até mesmo medicamentos próprios na maioria das vezes cem por cento naturais para o tratamento de seus doentes. Por serem uma família extensivamente grande, com o decorrer dos anos passou a ser disputado o posto de diretor da fonte de renda mais lucrativa da família de franceses, e o processo para adquirir tal cargo é extremamente complexo e complicado. Os Chevallier sempre foram presentes no desenvolvimento de Rivendell, e contribuíram tanto quanto as demais famílias fundadoras para o crescimento da cidade. Apesar dos atos de caridade, são reconhecidos por se tratarem de uma família deliberadamente esnobe, certamente não sendo isso um padrão, mas uma minuciosa característica herdada pelos membros dos Chevallier, levando em consideração especialmente o fato de se tratarem da única família que é de fato francesa.

Lombardi Gallo 

Os Lombardi chegaram na França como imigrantes ilegais, ultrapassaram a barreira de fiscalização as escondidas e entraram no país em busca de um recomeço após terem sua casa no sul da Itália incendiada e reduzida às cinzas. Incapazes de se manterem em lugares mais povoados graças a posição ilegal em que estavam, encontraram moradia no pequeno vilarejo próximo às montanhas, e muito bem acolhidos pelos moradores dali, se depararam finalmente com um lugar para darem um novo início às suas vidas. Sem muitas atribuições de serviços na época, Carlo trabalhou por anos como ferreiro e sua esposa Valentina passou a lecionar para todas as crianças da vila. Eram os Lombardi quem normalmente acolhiam os novos moradores até que esses encontrassem um lugar para se estabelecerem, e passando a serem decididamente importantes para o crescimento e organização do vilarejo, eles foram nomeados uma das famílias fundadoras da cidade, contribuindo significativamente mais e acumulando uma certa fortuna com as vendas de peças fabricadas por Carlo para o garimpo da família Woodbead e com as mensalidades que Valentina recebia para cuidar de algumas crianças um tempo a mais que o combinado. Aos poucos suas vidas começavam a ganhar forma, e na medida em que Rivendell se tornava um lugar maior e cada vez mais povoado, os Lombardi acompanhavam de perto essa evolução que naturalmente se refletia diretamente em suas finanças. As peças forjadas por Carlo passaram a ser exportadas para outros vilarejos e cidades vizinhas, os negócios foram crescendo e com isso a demanda passou a ser consideravelmente maior, maior ao ponto de funcionarios terem de ser contratados para que os pedidos pudessem ser devidamente entregues no prazo. O capital da família foi gradativamente crescendo, e com o decorrer dos anos foi aumentando cada vez mais e mais, eles passaram a ser considerados cidadãos da França, e fizeram uma grande fortuna que ultrapassou gerações, com mais e mais peças que eram fabricadas e vendidas e consequentemente sempre aumentavam a fortuna da família. Eles acabaram fundando um orfanato que por anos acolheu especialmente crianças refugiadas, entretanto com expansão dos cuidados oferecidos pelo lugar e o apoio financeiro das demais famílias fundadoras, o intitulado Orphelinat Saint-Antoine passou a acolher todos os tipos de crianças e de todos os tipos de idades, abraçando de vez a causa das crianças perdidas e desamparadas que vinham de todos os tipos de situações.

Cullmann Lindner 

Klaus e Evelin Lindner eram um jovem casal de alemães que fugiram de sua terra natal após a desaprovação dos pais da moça em relação ao casamento dos dois. Contrariados com a situação, eles viajaram por meses de cavalo até alcançarem a França, mais especificamente em uma região ainda não habitada que parecia de fato o lugar perfeito para que eles se estabilizassem e dessa maneira conseguissem viver suas vidas livres das amarras impostas por seus progenitores. A princípio eles nem imaginavam de que seu pequeno espaço de terra futuramente se tornaria uma grande cidade, e aceitando gentilmente novos moradores que chegavam aos poucos no que passou a se tornar um reduzido vilajeiro, o casal já com três filhos começou a assumir mesmo que indiretamente as finanças e o desenvolvimento geral daquele pedaço de terra, passando a cobrar impostos por moradias e pontos de negócios como padarias e marcenarias que eram gradativamente construídas por novos moradores. O controle se tornou lucrativo, as cobranças passaram a ser justas e por incrível que pareça, bem aceitas pelos residentes, isso porque em troca dos impostos, o casal oferecia a devida segurança daquela região, deixando homens em postos de vigias noturnos e até mesmo diurnos para assegurar a todos de que aquele era de fato um lugar seguro para se viver. O crescimento do vilajeiro que dentro de alguns anos se tornou a reconhecida Rivendell foi a mina de ouro da família Lindner, que lucrou por séculos enquanto mantinham-se no poder maior daquela região. Inspirados pela força de vontade de serem mais e cada vez mais fortes, influentes e aclamados, eles reuniam famílias que alavancavam o poder econômico e social da cidade, também lhes dando reconhecimento e formando o que hoje é conhecido como a sociedade das famílias fundadoras. Quando o poder passou a ser obrigatoriamente em forma de República, os Lindner conseguiram se manter no topo já que eram aclamados e respeitados pelo povo, esses que elegiam todos aqueles candidatos que carregavam o sobrenome alemão em sua certidão. E mesmo que volta e meia, outros de outras famílias assumam o cargo maior da prefeitura, é notável em toda a história da cidade de que mais de oitenta por cento dos grandes líderes de Rivendell tenham Lindner estampado em seus nomes abaixo de seus retratos, todos esses que se mantém intactos em exposição no próprio prédio da prefeitura no centro da cidade. 

Bourdon Carnegie 

Emilia Carnegie era uma jovem filha de um casal de escoceses que comercializavam com caçadores, na época lhes vendendo peles de animais, armas e outros demais e variados utensílios de caça. Herdeira única da pequena fortuna de seus progenitores, ela rumou para a França a convite de primos e tios que residiam na região, se estabelecendo em uma área pouco habitada afim de impulsionar as próprias economias visando lucrar de uma maneira um pouco mais honesta, já que seus pais normalmente falsificavam boa parte dos produtos vendidos. Firmando parcerias com a família que liderava o desenvolvimento daquela região, ela fornecia homens que ficavam em postos de vigia para manter o lugar seguro, ganhando em cima disso já que não tinha de fato muitas despesas, a considerar a mão de obra barata. Emilia se casou e por ali mesmo ficou, ganhando renome e reconhecimento ao manter a paz e a prosperidade entre os residentes daquele vilarejo. Reconhecida como alguém importante, era ela quem resolvia os problemas que costumavam aparecer, mesmo sem de fato ser nomeada como xerife ou uma oficial de patrulha. Normalmente ela tinha liberdade e autoridade para dar punições para os culpados, que na maioria das vezes eram pequenos saqueadores que apareciam vez ou outra na Vila. O primeiro Carnegie a de fato ser nomeado como xerife foi o soldado Edward, um homem que nasceu e cresceu em Rivendell, ficando fora por alguns anos para servir no exército e retornando com o objetivo concluído de se tornar o líder de segurança da cidade. Ele seguiu os passos de sua antepassada, trazendo justiça e segurança para a população de sua cidade. O sobrenome Carnegie era normalmente temido e até os dias atuais ainda é, isso a considerar o fato de que essa costuma se tratar de uma família politicamente honesta. Certamente decididos a não manchar o sobrenome, por décadas essa família se manteve intacta, negando acordos de privilégios e maneiras sujas de resolver problemas dos condenados que possuem alguma influência social e econômica. Assim como as demais famílias fundadoras, eles também são respeitados e aclamados pela população da cidade, exibindo o símbolo de justiça e perseverança. Nem todos os anos a família se manteve no controle da delegacia de Rivendell, mas normalmente algum Carnegie está envolvido em algum cargo da área da segurança, mantendo assim o legado iniciado por Emilia há muitos anos atrás.

Georgievich Demidov 

Os Demidov vem de uma longa e tradicional linhagem de russos. Os primeiros dessa dinastia nasceram e cresceram em território russo, fazendo uma fortuna inestimável logo a princípio com o descobrimento de um poço de petróleo literalmente dentro das propriedades da família. As pesquisas e investimentos os levaram no decorrer dos anos a portarem a maior empresa petrolífera do mundo, uma rede de exportação de matéria prima transnacional que elevou os cofres e o capital da família e os levaram a crescerem significativamente com o decorrer dos anos, ganhando influência não apenas social, mas também política. Conhecidos por serem sanguinários e egoístas, constantemente sedentos por mais e cada vez mais, os Demidov se estabeleceram em Rivendell quando o lugar ainda era um simples vilarejo, encontraram propositalmente uma fonte de matéria prima e compraram logo de imediato uma grande quantia de hectares de terra, vendendo para novos moradores e residentes que apareciam no lugar, dessa maneira ajudando a impulsionar o crescimento daquela região e merecidamente ganhando um espaço entre a sociedade das famílias fundadoras. Eles geraram empregos por anos, e ainda fazem isso, já que a extração de petróleo se mantém até os dias atuais. O motivo disso é a economia constante, visando ampliar os lucros eles controlam rigidamente a quantidade extraída por ano, e se tratando de uma fonte rica e repleta de matéria prima é visível e justificável sua permanência até os dias atuais. No geral os Demidov se tratam de uma família influente no mundo inteiro, especialmente na Rússia, mas o foco principal da economia da família sempre foram os investimentos no território francês, já que de fato é onde o lucro se mantém rigidamente ativo e gradativamente maior. Aumentar os cofres é constantemente o objetivo dos Demidov, e atualmente com todas as ações da petrolífera jogadas unicamente nas mãos de uma única família que descende desse sobrenome, a pressão de ver melhores resultados se sobressaem constantemente. O foco principal se trata certamente do petróleo, mas a família também lida com constantes vendas de lotes espalhados pelo mundo, isso graças ao fato dos Demidov, no geral serem uma família consideravelmente grande e terem membros espalhados por cada cantinho dos hemisférios.

Montesinos Rosón 

Em uma cidadezinha costeira podre da Espanha nasceu o primeiro Montesinos Rosón. Na época eles tinha um outro nome, mas isso não é importante, a parte que realmente se deve levar em consideração é a forma como desde os primórdios em meio a miséria e a submissão tal família sempre fora aclamada e adorada. Charmosos, cativantes e perfeitos vigaristas. Encantadores, com certeza, como que com o dom da trapaça, sempre se sobressaindo e encontrando formas variadas de chegar ao topo, seja social, econômico ou moral. Os primeiros dessa família, ainda na Espanha começaram como uma pequena organização de ciganos ladrões e contrabandistas, que faziam dinheiro com tudo que encontravam pela frente especialmente em apostas ilegais. Os primeiros Montesinos Rosón queriam sobreviver, hoje em dia é mais uma questão de dominar. Eles detinham muito nas mãos, mas queriam mais e mais. Acumulavam, produziam e vendiam bem debaixo do nariz da polícia e com isso foram acumulado mais e mais riqueza, mais e mais influência, mais e mais renome, até dominarem toda uma cidade, e depois todo o estado, e em seguida outras cidades e estados, levar dali para fora do país, trazer de fora do país lá para dentro. E a parte mais fácil: conquistaram a população com o próprio complexo de Robin Hood, que tomavam dos ricos, ajudavam os pobres e era amados. Davam proteção e diversão, duas coisas simplesmente indispensáveis para pessoas pobres de espírito e dinheiro, mas que fariam qualquer coisa para se sentirem menos pobres de espírito e dinheiro. Com o passar dos anos se tornaram mais que uma simples organização familiar gananciosa. Aprenderam mais coisas e descobririam que o dinheiro não é feito apenas de papel e tinta, mas sim da tolice e fraqueza humana, onde passaram inteligentemente a explorar isso. A distribuição de drogas começou pequena, ópio e ervas milenares, e depois veio coaina, remédios, sintético, estimulantes, alucinógenos e com isso a glória e a riqueza. Expandiram mais e mais, porém não perderam suas raízes, a humildade e muito menos a descrição. Num certo ponto em que a polícia estava muito em cima, os negócios estavam bem e as oportunidades eram muitas, os Montesinos Rosón decidiram mudar de ares, e uma pequena vila onde ninguém os conheciam era a melhor oportunidade de dar continuidade ao que já haviam começado a agir, como se estivessem recomeçando como pessoas novas. Seus nomes eram desconhecidos e com o dinheiro e poder que detinham, nada mais poderia para-los, seja na Espanha ou em território francês. 

Moloney Dunne 

Os Dunne, assim como as demais famílias fundadoras, se estabeleceram em Rivendell logo no início. Foram os segundos a findarem moradia depois dos Lindner, e já com uma certa renda construíram uma espécie de pousada para abrigar os trabalhadores que buscavam abrigo temporário. Cresceram no empreendimento e no decorrer dos anos tomaram um posto de referência na cidade. Inicialmente algo pequeno, mas que com o crescimento da cidade acabou ganhando força. O Dunne's Hotel é de fato o único edifício de hospedagem da cidade, havendo uma cláusula contratual de décadas em um acordo com a prefeitura que proíbe qualquer outro tipo de hotel na cidade que não seja filiado ao nome da família. Típicos irlandeses com tradições herdadas do país de origem. Os primeiros Dunne prezavam pelo lugar do qual vieram, e enraizaram a cultura na cidade, fornecendo o melhor pub de Rivendell ao lado da própria sede do hotel, um lugar muito frequentando pelas tipicidades e atrações que oferece diariamente. Sempre muito educados e criativos, eles realizam boas e muito elogiadas festas e eventos específicos para celebrar datas comemorativas em Rivendell, são conhecidos pela boa conduta e entraram para a sociedade das famílias fundadoras por mérito, fornecendo abrigos dignos para os primeiros trabalhadores que ajudaram a construir a cidade. A família ficou por um tempo no escuro, desapegados do legado deixado na França, por muito tempo os Dunne viajaram pelo mundo findando moradia em outros países, foi apenas nas últimas décadas que Edgar Dunne decidiu resgatar os costumes deixados pelos seus antepassados, voltando a dar ênfase e crescendo de volta à reputação da família em Rivendell, trazendo de volta à ascensão e reconhecimento que acreditam merecer pelas coisas boas que fizeram pela cidade. Muitos da família podem ser vistos como egoístas, e de fato são, mas um bom motivo eles também possuem. Os Dunne são donos da maior rede de hotéis da Europa, possuem hotéis espalhados por todo o continente e são donos uma fortuna inestimável, reconhecidos internacionalmente pelos serviços de hospedagem prestados nas grandes metrópoles dos grandes países. Regrados de tradicionalismo e persistência, assumem um perfil consideravelmente exagerado em relação aos bens que possuem, mas também são caridosos, levando em consideração as boas ações das quais o nome da família está constantemente envolvido.

Naeyer Kerchove